Gêneros textuais













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http://kesiamota.blogspot.com.br/2009... • MARCUSCHI, Luiz Antônio. Gêneros textuais: definição e funcionalidade. In: DIONISIO, Ângela Paiva; MACHADO, Anna Rachel; BEZERRA, Maria Auxiliadora. Gêneros textuais ensino. Rio de Janeiro: Lucerna, 2002. pp 19-63. • [...] • Marcuschi inicia abordando a perspectiva sócio-discursiva dos gêneros textuais, apontando o fato de que os gêneros são “eventos textuais altamente maleáveis, dinâmicos e plásticos” (MARCUSCHI, 2002: 19). Em seguida, ainda no item 1 do texto, relata um breve histórico dos gêneros textuais. • No item 2, intitulado “novos gêneros e velhas bases”, Marcuschi apresenta o conceito de suporte, ao explicar que as novas tecnologias proporcionaram o surgimento de diversos novos gêneros textuais, a partir de novos suportes – rádio, televisão, jornal, revista, internet etc. [...] • Marcuschi observa que “em muitos casos são as formas que determinam o gênero e, em outros tantos serão as funções. [...]. (MARCUSCHI, 2002: 21). • No item 3, o conceito de tipo e de gênero textual. Marcuschi afirma que toda comunicação verbal se dá através de algum gênero textual. [...] (MARCUSCHI, 2002: 22). Tipo textual, por sua vez, é a expressão usada “para designar uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição {aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas}. (MARCUSCHI, 2002: 22). Os tipos textuais são: narração, argumentação, exposição, descrição, injunção. Os gêneros, por sua vez, são inúmeros. • [...] • O item 5 é intitulado “observações sobre os gêneros textuais”. Nele, Marcuschi ressalta que os gêneros não podem ser definidos “mediante certas propriedades que lhe devam ser necessárias e suficientes”. (MARCUSCHI, 2002: 30). Apresentando o exemplo em que um artigo de opinião foi escrito no formato de um poema, ensina sobre o conceito de intertextualidade inter-gêneros (um gênero com a função de outro). É importante frisar que “o predomínio da função supera a forma na determinação do gênero, o que evidencia a plasticidade e dinamicidade dos gêneros”. (MARCUSCHI, 2002: 30). • Levando o mesmo título do livro em que se encontra o artigo, o item 6, “gêneros textuais e ensino”, comenta sobre a necessidade de se realizar o trabalho com o texto, em sala de aula, a partir de gêneros orais e escritos. Marcuschi, inclusive, ressalta que esta é uma preocupação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs). O autor recomenda “cautela com a ideia de gêneros orais e escritos, pois essa distinção é complexa e deve ser feita com clareza.” (MARCUSCHI, 2002: 33). • A partir da citação da linguista alemã Elizabeth Gulich, afirma-se “que os interlocutores seguem em geral três critérios para designarem seus textos: a) canal / meio de comunicação: (telefonema, carta, telegrama); b) critérios formais: (conto, discussão, debate, contrato, ata, poema); c) natureza do conteúdo: (piada, prefácio de livro, receita culinária, bula de remédio).” (MARCUSCHI, 2002: 33). • Para estabelecer critérios de distinção entre gêneros e tipos textuais, o autor afirma que é possível dizer que os gêneros são fundamentados em critérios externos ao texto – critérios sócio-comunicativos e discursivos – e os tipos textuais, em critérios internos – lingüísticos e formais. • Marcuschi evidencia a importância de se trabalhar o texto a partir de gêneros, em sala de aula. Ele sugere, por exemplo, a tarefa de identificação dos gêneros textuais presentes em uma revista ou jornal, indicando as características principais de cada gênero. • Finalmente, o item 7 apresenta as observações finais do autor. Neste espaço, o autor esclarece que “a relevância maior de tratar os gêneros textuais acha-se particularmente situada no campo da Linguística Aplicada. (...) é de interesse aos que trabalham e militam nessas áreas.” (MARCUSCHI, 2002: 35). • Marcuschi aponta para a realidade dos livros didáticos, que apresentam textos de variados gêneros, mas promovem a análise de apenas poucos gêneros, e sempre os mesmos. Ele afirma que apenas poucas vezes os gêneros são tratados de forma sistemática. • Sendo que Luiz Antônio Marcuschi é um ícone no estudo da Linguística Textual no Brasil, autor de diversos textos de evidente relevância para a linguística, a sua obra é absolutamente recomendável e de alta confiabilidade. Este texto é de leitura obrigatória para quem queira compreender a textualidade, pois os conceitos nele tratados são fundamentais e apresentados de forma altamente didática e esclarecedora. É muito pouco provável que alguém que estude esse texto com atenção venha a ter dúvidas, no futuro, sobre os conceitos apresentados, especialmente sobre tipos e gêneros textuais. • Marcuschi é professor titular na Universidade Federal de Pernambuco. Tem experiência na área de Linguística, com ênfase em Teoria e Análise Linguística. Atuando principalmente em filosofia da linguagem, metodologia, epistemologia e lógica. • Meu Instagram: @kesiamota

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